16 de jun de 2013

fim da metafísica

a civilização não
su
prime
com
prime
re
prime
a velha barba abraánica de terremotos maremotos de nostálgicos álgidas
algemas cálidas dos soberanos
bárbaros deuses de patriarcados de incautos cautos cios de sacrifícios
a barbárie
ela na flanela da janela da panela da cancela dela
a aperfeiçoa
a incrementa
a enfeitiça
a pluraliza
mortadela
a remodela
numa massiva e persistente dormente lavagem
de
consciência de veladas velas
de
sexo na bunda das mexidas das gozadas manivelas
de
peles que são carnes de vitelas
de
rins no coração do estômago nos sangues
das
querelas
no seio do bico da bandeira da
épica confeitada torta de horta morta
na ambição dos efeitos de outorgar aos ceus
a confiança na virtuose da virose
sempre apostando na apostasia
do ocidente destino manifesto
ao alcance universal da conquista de uma feliz empresa
burguesa no hamburguer endocolonial escrotal monumental
demencial paradoxal incremental e tal no surf das ondas das
exigências de sacrifício às dolorosas realidades dos danos colaterais
na lateralidade literal da metáfora sapiencial do espacial programa vomitado dos mísseis aerodinâmicos nas rodas dos êmbolos dos bolos de bits de ciberguerras nas ciberseguranças nas ciberestratégias de prestações de das cibertáticas catárticas no meio das sociais perambulais afetais ciberredes conversacionais no lusco-fusco das filosofais poetais brumas brancas castas de casas sem asas tripuladas por aviões sem tribulação nos remotos tribunais de controles internacionais da eticidade da legalidade dos assassinos seletivos putativos vingativos no míssil no cu da coletividade no coração arcádico do ocidente imperial com seus 70 milhões de assassinatos após a segunda guerra das carnificinas nacionais sem contar os outros centenas de milhões de assassinatos colaterais ao destruir, humilhar desacreditar os grandes e orgulhosos países de varizes de narizes de mares nos ares dos amanhãs que resistem ao fascismo ao racismo ao ismo no sismo do cume do ume das veias artérias do bem que é o mal e do mal que é o bem no bater de asas da borboleta nas embarcações de aberrações de piratarias de ouros pratas minerais especiarias das e atas de paus de pernas que se instalam em aviões no estanho do castanho no forno das alquímicas iguarias de tecnologias sim aí no comércio das mercadorias o verdadeiro enfoque dos bandoleiros goleiros dos saqueios de povos inteiros quando logo após o requinte de matar enxames de sonhos predicam os direitos humanos sem nunca mencionar o robustecimento das forças de operações especiais nas si(ea)lenciosas majestosas maratonas de intentonas na expansões de operações milimétricas satelitais de drones angelicais militares na intensificação de espionagens de garimpagens de vadiagens a favor de sócios civis que favorecem os projetos imperiais no disfarce da civil funil sociedade fuzil, sem precisar mostrar a cara porque outras matam em seu lugar pelas destruições criadoras no canto do cisne do iluminista elogio ao ingresso incremente do inevitável progresso saliente nas bordas da razão do vazio da pax romana da pax americana da pax classe mediana da pax germânica a pax francesa a pax italiana a pax inglesa a pax portuguesa a pax holandesa a pax dos impostos postos repostos nos depósitos monumentos à barbárie de seres devotos aos castos castigos dos vitoriosos sempre a retomar o que foi séquito de tiranos no sorriso das cortes as cantigas de poetas palacianos nas ribaltas altas das sentenças das subjetividades de danças nas canções das perambulações dos agregados satélites dos prestígios das forcas nas cadeiras de reis ao pé do ontológico do teológico do principio do precipício que era o verbo de logos lagos de prantos de quebrantos na solar regimentar lua de viração das ações das retrancas das ancas nas avalanches de lanças em perpétuas vinganças contra aberturas das estelares pujanças de futuros de bonanças lá onde o mais além do aquém é a aposta da onça nas garras das guelras das constelações se assim o decidimos no infinito que nos toma arromba assombra ser o que nunca podemos virar rendidos nas rendas prendas funéreas das faraônicas plutônicas taras de morrer enquanto simplesmente se assim o desejássemos o cortejássemos o buscássemos o não alcançássemos e mais então o transformássemos no rio galáctico do indefinido infinito que na eternidade nos espera e, ainda que só pensamos na foice do ventre pestilento da morte, é na embarcação ondeada de improváveis nortes que encorajássemos a ancorar nossas louváveis sortes

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